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Recém-casados.

E muita chuva: falta luz.

Acendemos a vela, ficamos na rede

Para esperar chegar luz.

Chega energia: apagamos a luz e vamos dormir.

(?) !

 

 

 

             O lírio do vale

 

Num dia bem claro

De água e de tempo

O lírio do vale brotou. E voou.

Seguiu pela relva

Entre campos e lares

Entre flores e andares

O amor encontrou.

Nesse lago, tocou

Nesta água, afundou

Em correntes incertas

De andanças e festas

Em primores e orquestras

E amou, e amou.

Mas as águas dançando e ao lírio tomando

Sobre quedas escuras

Entre pedras tão duras

O amor o lançou.

Mas o lírio do vale

Ao erguer, perdoou

E entre dores seguiu.

O amor lhe pisara, o amor lhe traiu.

Nos clarins em que amara

O amor o cobriu

O amor o despiu.

 

Porque só o amor é que traz

Com a mesma intensidade

A medida da dor e da felicidade

Pois andar sem dos dois

É coisa de sós.

 

E eu, que sangro

E assim o quis

Pois se me sei feliz

Por este triste encanto

É que vi, sem o ter,

Já não posso mais viver,

Já não vivo sem morrer.

 

 

                                                        Camila Dantas



Escrito por **LeggionariA LunA** às 23h11
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