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Talvez não diria que em tudo que vivi

Consentiria novamente

Mas, se do que sofri

Ficou-me

O que de noções fez-se certeza

O que de dúvida fez-se fé

O que de medo fez-me força

O que de criança fez-me mulher.

O que de procura fez-se encontro

O que de ânsia fez-me serena

O que de andança fez-me templo

O que de enorme fez-me pequena.

O que de loucura tornou-se amor

O que de orgulho fez-se perdão

O que de vaidade fez-se expensas

O que de descrença fez-se paixão.

Pois se de tudo passado da crua tormenta

Resta a lama, que se já não avoluma,

Fica-me à alma, e só à minha, em suma,

Secar-lhe ao sol,

Que em meu peito adentra.

E se rio é que já chorei

E se sei é que já penei

E se canto é que já calei

E se calo é que já gritei.

Pois se enlouqueci, por amar

E se tão caí, por voar

E se me perdi, por sonhar

E se me encontrei, por amar.

E se ando é que já corri

E se cresço é que já sofri

E renasço, porque morri

E retorno, porque parti.

Pois se escolhi calar e olhar

E se me coube

Compreender e amar

É que um dia eu soube

Que há muito mais que ver

E muito ainda que aprender.

 



Escrito por **LeggionariA LunA** às 14h15
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