::Perfil::







::Amigos::


Melodiahot®



::Sites Legais::
.::MINHAS LETRAS::.
.::A Casa do Bruxo::.
.::Só Cultura::.
.::Cultura!::.
.::Mundo Cultural::.
.::Música de Pernambuco::.
.::Arte & História::.
.::Salvador Dalí::.
.::Frevos de Pernambuco::.
.::Recife Rock::.
.::Surrealismo::.
.::Van Gogh::.
.::Chico Buarque::.
.::Projeto Releituras::.
.::Para Ler e Pensar::.
.::Minha Biblioteca::.
.::Vidas Lusófonas- biografias::.
.::Observatório da Imprensa::.
.::Pintura Brasileira::.
.::Biblioteca Nacional::.
.::alceu valença::.
.::Pablo Picasso::.
.::Monet::.
.::Pernambuco.com::.
.::Veja::.
.::O Guia dos Curiosos::.
.::Leitura Crítica::.
.::Memória Viva::.
.::Vagalume - Letras::.
.::Fernando Pessoa::.
.::Clarice Lispector::.
.::Millôr Fernandes::.
.::*BLOGS AMIGOS:*::.
.::Blog da Gi::.
.::Liliane Prata::.
.::Igor::.
.::Lilith::.
.::Borboleta Lunar::.
.::Vortisto::.
.::Leila::.
.::Simone::.
.::Leseira Geral::.
.::Pudores e Despudores::.
.::Leitores Escassos::.
.::Pensamentos por Minuto::.
.::Bárbara Taz::.
.::Palavra Perdida::.
.::Dizeres e Dizeres::.
.::uma coisa de cada vez::.
.::miss lexotan::.
.::marcelo tas::.
.::sorvete de casquinho::.
.::quintal de casa::.
.::Lú::.
.::ceiça::.
.::meu limão::.
.::karina::.
.::mar da poesia::.
.::blônicas::.
.::sopa quente::.
.::mestre das chinelas::.
.::Verso e Prosa::.
.::Poesia e Cia::.
.::Palavreando::.
.::Poesia Morta::.
.::Recanto das letras::.




::Já Passou::
01/10/2009 a 31/10/2009
01/04/2009 a 30/04/2009
01/03/2009 a 31/03/2009
01/10/2007 a 31/10/2007
01/07/2007 a 31/07/2007
01/05/2007 a 31/05/2007
01/04/2007 a 30/04/2007
01/01/2007 a 31/01/2007
01/11/2006 a 30/11/2006
01/03/2006 a 31/03/2006
01/02/2006 a 28/02/2006
01/01/2006 a 31/01/2006
01/12/2005 a 31/12/2005
01/09/2005 a 30/09/2005
01/08/2005 a 31/08/2005
01/07/2005 a 31/07/2005
01/06/2005 a 30/06/2005
01/05/2005 a 31/05/2005
01/04/2005 a 30/04/2005
01/03/2005 a 31/03/2005
01/02/2005 a 28/02/2005
01/01/2005 a 31/01/2005
01/12/2004 a 31/12/2004
01/11/2004 a 30/11/2004
01/10/2004 a 31/10/2004
01/09/2004 a 30/09/2004


::Créditos::





::Votação::

Dê uma nota para meu blog






::Contador::



Vê-se sim, em teus olhos cansados

Que desistisse assim,de um malogrado

De buscar o que nunca encontramos

De amar em alguém tudo que amamos.

 

Buscas extremas,lutas mortais

Abateram qualquer de teus ideais

E assim o cansaço, parece

Se instalou em tua alma, e agora adormece...

 

O abstrato leio em teus versos concretos

Um labirinto adivinho em teus olhos incertos

Que ainda não viram que no último céu

Um sutil farol te encontrará sob um véu

 

Que esconde-nos a grande verdade da vida

E aos pés desta toda inquietude é caída

Te guiará. Pois para aquele que não desiste

A verdade guarda o mar, além do pântano triste

 

Como o legado a quem nunca se rende

E buscou além do ver,além da corrente

A verdade que nos trará a paz

E então não nos abandonará jamais.

 

Bom gente este poema é uma homenagem ao meu amigo Romualdo Dantas do blog "thexfiles", que eu adoro muuuito apesar de não nos conhecermos pessoalmente,e que tem uma alma maravilhosa como raríssimas se encontram. Este poema é uma resposta a um que ele me enviou,ele é um ótimo poeta,se quiserem conferir, o endereço é   www.thexfiles.zip.net    . Também hoje estou com vontade de rasgar a seda um pouquinho para outro amigo meu, Igor, também poeta,este meu conterrâneo da melhor terra do mundo, Recife, quem quiser visitá-lo também é   www.literarios.zip.net    meus amores, vocês são a prova de que homens com alma existem,pra calar minha própria boca que tantas vezes disse isso...hehehe...pra mim vcs são o retorno do Augusto dos Anjos e do Drummond...respectivamente...beijão.

 Queria agradecer aos comentários que vem me assustando!nunca vi tantos! Estou ensaiando alguns contos e desde ontem estou com a idéia fixa de um 'livro' mas não posso falar ainda o que é...e espero que consiga terminar,coisa que raramente faço!

Hoje tive um dia egoísta...tive até que fazer uma lista referente a este...regrinhas do meu egoísmo:

1) "Nãaaaaaao mexa nos meus cds!"

2)"Um pouquinho? Do miojo??" (Nunca divido nissim miojo ; não é muito bom...mas já é tão pouco!rs)

3)"Quem está com as minhas havaianas???" (existe coisa melhor pra calçar? e pra não ser propaganda, servem as similares)

Ah,estou lendo o Código da Vinci..pq existem tantas críticas?Até agora estou achando ótimo! Qual o problema que alguns vêem com os best-sellers? Tudo bem, Paulo Coelho não é lá meu preferido, mas a dica 'taí' : Verônica decide morrer, muito bom mesmo...mas ainda prefiro (alguns sabem) o Fernando Sabino...ah, o Fernando Sabino!

beijão pra vocês e ótima semana



Escrito por **LeggionariA LunA** às 18h42
[]




      (I)

O orvalho da noite saltitava

Sobre o luar, quando o senti...

Ouvi no canto do córrego

As suas liras secretas

Vi que o vermelho da tarde

Sabe o segredo do mar

Alegorias primaveris

Quatro meses a estação

Flores da paisagem que saem

No verde abstrato, a nadar

Resguardam a aversão

Que sobra dos amores que vão.

Vi o brilho da pedra que seduz...

Cega.

Reluz o gume que sangrou a paixão

E eu também vi,

Ninguém o foge.

 

      (II)

Suporte

Não desista

Não se assuste

Você é todo alquimia

Seu melhor ouro brilha

Seu sorriso

Já não te aquecem

Os mesmos braços

Quanto tempo já se foi...

Há sandálias e alguma bolsa...

Pegue e siga

Coma adiante nostalgia

E beba todas lágrimas

Sem se preocupar com a poeira do vento forte

O sol está acima do seu

E de todos os caminhos.

 

        (III)

Talvez seu sorriso brilhe

Talvez só eu o saiba

Uma lágrima com o dom de queimar

O frio e o vento me chamam

Me amam

Me guardam.

Canto para o sono...

Que me cobre em sete véus

Companheiro do abandono.

 

Ao meu amigo Igor,taí, coloquei o Degas porque você me tomou o Van Gogh...

Gente eu só gosto de templates com conteúdo...rsrsrs já tava bem na hora de tirar o Abaporu né..(saudades) adoro azul também então quase entro em crise ao passar minutos eternos olhando meu blog pensando "troco?não troco?" mas taí...o Degas é um cara genial, como todo pintor mas o que eu gosto mesmo é que ele gosta mesmo de bailarinas...eu sempre sonhei em ser bailarina qd criança (hoje todos riem quando digo isso, porquê será?) bom então eu viajo nas bailarinas do Degas...ai tem 3 poemas e mais um embaixo (que sei que vocês não lêem...)perdi dois graças a essa coisa inconstante e voluntariosa como a dona que é este pc...tentarei lembrar...ou refazer.bjs



Escrito por *LuA* às 17h34
[]




Fotografias

rubros de luz

esparsos de cores

mau-cheiram os matos

como um manto

guardam a fonte viva

do meu passado perdido...

das eras tão imortais

que estão comigo...

dos olhos que não me esqueço

de sempre que me entristeço

o abraço que me continha

no acaso do que vivia

a certeza de um outro infinito

um albergue que não existe

que não sai de minha cabeça

fazendo meu caminho melhor

na minha eternidade sem cor

no fim da colina

o fim da colina

o abandono do passado

o encontro da tormenta

fotografias da minha mente.



Escrito por *LuA* às 17h29
[]




Uma chama mais que se apaga

Oriunda do meu coração

Todas as estradas que busco

São sinuosas

Todas as luzes que me conduziam já apagaram...

E todas as estrelas já cegaram

E todas as coisas que poderiam ser ditas

Já se calaram.

E tudo de que fugi era confuso

O som que toca ao fundo

Também já morreu.

As lágrimas que nasceram

Sequei-as, eu

Entre o luar

E o chão real

Onde posso me encontrar...?

O limiar da verdade

E do que me traz dor

 Amor e desamor

No conflito etéreo

De coração e razão

O que escolho...

amar.



Escrito por *LuA* às 08h05
[]




Na direção da nascente

Reuni minhas palavras e mandei-as vagar. E sobre os cacos dos segundos que tornaram-se eternos me pego caminhando cada dia mais sem destino. Essa alternância entre entusiasmo e cansaço do mundo é uma luta entre dois gladiadores equiparáveis e quase imortais. Tenho tentado tanto e nada ultimamente... eu tentei respirar, eu tentei me encontrar em tantos olhos e o espelho não me reflete. Vejo o desânimo se instalar sobre mim sem encontrar resistência, e aquela aceitação das coisas que eu tanto temia e condenava parece ter deturpado, sem que eu visse, o rumo da minha estrada, e eu nem ao menos olhei a janela.

Vou vagando nas incertezas de outros corações na espera de um dia encontrar um não para me guiar, mas para seguir comigo. E, sem mais saber de esperanças de que isso ocorra vejo que já não me importo e que não sou tão forte diante dos problemas reais quanto imaginei que fosse. E é algo estranho de se perceber que todo aquele amor que parece transbordar de você em palavras e gestos, não tem na nascente uma só de sua gota. Porque amor, como o concebemos, é sempre uma mentira, um fingimento. É convergir de uma hora para outra alguns de seus objetivos, é falar as mesmas coisas com a entonação de algo que nunca foi dito.

Cada vez mais refaço meus ideais tão difíceis de achar e tão fáceis de se perder. Mas ainda me resta a sensação desagradável quanto consoladora de que há um lugar em que eu, ao menos parcialmente, me encontre, e há a certeza de que não é este. Pior ainda é estar cercado de pessoas desejando estar com outras que nem sei se existem. Ruim não é viver. Ruim é pensar que se vive.

Tenho visto meus erros em presépio, e na gaveta em que eu os imaginei escondidos estão na verdade os que não cometi, dizendo-me a todo instante que o medo é o real erro de que não posso desfazer-me. A cada dia vejo que chego mais perto de uma das minhas reais conquistas, que é valorizar sinceramente uma pessoa, depois dessa minha mania de observá-las, suas atitudes, seus gestos comuns, vejo que a beleza do amor é quando me vejo ridiculamente estúpida para amar os defeitos de alguém, com essa minha mania de amor, seja fraterno, conjugal ou qualquer outro amor que exista.

O que sei é que aumenta a cada momento a minha necessidade de me revelar de dentro para fora, como se eu quisesse mostrar-me frágil para só assim começar a ser forte. E quando menos espero ressurge meu estranho entusiasmo que parece vir da certeza de que eu tenho meu próprio pensar, semelhante a mim, indiferente a outros, mas eu serei sempre a minha essência, ainda que me perca em outros corações não paralelos ao meu, ainda que me desfaça em paixões e me desmanche em mentiras que revelem a distante utopia de um algo real.

Eu, que ainda não me fui apresentada. Eu, que começo a retirar de todo ser que por ser, não é confiável, a segurança que em alguns desperto e que agora caminha para mim. Com a consciência dos meus erros tantos segredados e de tantos outros que ainda virão eu vejo que vivo enquanto procuro a explicação, mas que se a encontro já não tenho eu razão para busca alguma. É quando a solidão já não é algo que se deve espantar, pois é aceitável que você reclame que ninguém o compreenda. O que é inadmíssível é que você não veja, claro como é, que ninguém o pode compreender.

A razão de tudo como eu deveria sentir é como um quadro que eu pintaria multicor, conquanto confusas, por próximas, estivessem as cores, no momento necessário eu saberia distinguí-las, ainda que sem poder separá-las. Se as misturo, perco-me de vez. Se as conservo sistemáticas, outras vou procurar.

A ousadia é o poder de se brincar com o fogo da hipocrisia, de quando todos sabem as palavras que pairam no ar e somente eu tenho ganas de trazê-las aos meus lábios, provocando ironia, simpatia, descaso, aborrecimentos...

Tanto tempo procurando o indizível me fez deparar com a verdade de que o que há de mais obscuro não é mais do que aquilo que todos nós sabemos. E vivemos. Só ainda não sei como manter firme a minha resistência de não me quedar ao que está ao meu redor, de não deixar a correnteza anular minha gota, que embora esteja nestas águas e com elas conviva em repúdio, o meu caminho não é o mar, vou na direção da nascente.

 

      Ormai credo, non hai ieri. Non hai domani. tutto è lo che have ventorno il giorno. è la solitudine la mia cumpagna.è dificile, come lo so. sento come se hai un rumore che sopra nel'anima...e non so più se vorrei dirte ora che non se va...

 Di un amore che non hai vivrei sempe.

 

Perdi a utopia do amor

No quintal da casa de sonhos

As nuvens cinzas enfim chegam

Com o chamado da minha alma

Cansada.



Escrito por *LuA* às 07h40
[]